Combinação Simples

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

SEXO IRRESPONSÁVEL, SUA BANALIZAÇÃO E AS CONSEQUÊNCIAS NO FUTURO DOS JOVENS E ADOLESCENTES.



Alana Dias
Alan Matos
Deise Santos
Ingrid Evaristo
Larissa Martins
Yuri Bispo

RESUMO: Este artigo apresenta as consequências geradas após o ato do sexo irresponsável, sem precauções e sem o uso de prevenções. Também estará apresentando o que banalizou para os jovens e adolescentes chegarem a essas citações. 

PALAVRA- CHAVE:   Sexualidades, consequências, banalizações, jovens e adolescentes.

ABSTRACT:   This article presents the consequences generated after the act of irresponsible sex without precautions and without the use of prevention. Will also be presenting what trivialized for young people and adolescents reach these quotations.

KEYWORD: Sexualities, consequences, youth and adolescents banality.



INTRODUÇÃO

O sexo irresponsável na adolescência quer dizer: A prática do sexo sem proteção e sem informação suficiente para praticá-lo. Causando várias consequências para quem prática. O sexo irregularmente praticado pelos jovens acontece pela falta de diálogo ou a dificuldade de ocorre-lo as famílias sobre o assunto. Devido as transformações que vem tendo ao decorrer do tempo, uma nova geração que não se preocupa com seus valores morais e éticos, o sexo virou um ato liberal, que alguns pais estão dando mais liberdade aos seus filhos, e eles estão se aproveitando disso para praticarem sexo sem responsabilidade, motivando a gravidez indesejável por falta de informação e conhecimento sobre o assunto e trazendo consequências não só para si, mas também para toda a família. Muitas jovens não tem preparo para cuidar de uma criança, e podendo contrair doenças sexualmente transmissíveis. Jovens estão deixando de aproveitar sua juventude para cuidar de filhos, são praticamente obrigados a parar os estudos, e tem que lhe dar com essa nova responsabilidade, impedindo aproveitar a adolescência e atrasar a preparação escolar e profissional por causa de um ato irresponsável. Alguns jovens se julgam donos da própria vida, libertos a fazer o que querem e expostos a experimentar tudo de bom e ruim que há de vir na vida, tendo como consequência: A gravidez, DST, prostituição, riscos de vida e etc. A educação familiar é a chave para tudo, se os pais educam seus filhos desde o começo, tem autoridade, diálogo, limite e regra para seus filhos se tornarem adolescentes e adultos responsáveis, com informação, integridade, princípios e boa índole. Mas que também os filhos obedeçam seus pais e os respeitem.


MOTIVOS DE SUA BANALIZAÇÃO


Antigamente, o sexo era um processo que só era conquistado depois de um longo tempo de relacionamento. O sexo era a consequência de um relacionamento afetivo e maduro, era um momento especial na vida de duas pessoas. Nos tempos de hoje, o sexo está sendo como uma troca de moeda ou diversão. Atos sexuais estão sendo cada vez mais explícitos por toda parte: na internet, televisão, revistas, novelas e etc. Quando lemos, vemos ou ouvimos falando sobre "o sexo irresponsável", já deciframos como a falta de responsabilidade no ato sexual. Algo que é verdade. Muitas vezes ouvimos boatos que uma adolescente está grávida ou com alguma doença sexualmente transmissível (DST), para os pais e familiares é motivo de espanto, pois, não sabia da existência de um relacionamento íntimo que seus filhos obtinham, mas infelizmente atualmente tem acontecido muitos casos destes. O fato disso acontecer é a falta de precauções, a falta de prevenções, a falta de responsabilidade, as vezes até a falta de diálogo dos pais, mas isso não justifica o ato, existem os casos extras como o abuso sexual e o estrupo. Sobre os jovens que praticam o ato sexual sem o uso de prevenções ( pílulas, camisinhas, etc.), estão expostos a pegarem alguma infecção ou doença que possa comprometer sua vida e podendo levado até a morte. Vemos em comerciais na televisão, em jornais, em revistas, para quem tem acesso a internet também, e em outros lugares, estão sempre nos alertando sobre a prevenção dessas causas. Entre tudo a prevenção é a melhor atitude a ser tomada, e o melhor a se fazer também é informando e conscientizando os jovens sobre a prevenção.


CONSEQUÊNCIAS


Sexualidade é uma palavra de preocupação principalmente na vidas dos jovens e adolescentes, uma das maiores preocupações são as doenças que traz vários riscos de vidas para todos. O sexo irresponsável pode causar grandes consequências por falta de experiência e responsabilidade, perdendo oportunidades de estudar, de curtir festas, sair com amigos. Existem  vários modos de se prevenir como: O anticoncepcional e a camisinha para evitar doenças. A pergunta deles é: Porque isso acontece? Por um grande motivo, a falta de comunicação familiar, no caso, a EDUCAÇÃO o mais importante. A irresponsabilidade traz muitas consequências como na vida pessoal, estudantil e no lazer.
As consequências decorridas do sexo irresponsável são desagradáveis: gravidez indesejada, as doenças sexualmente transmissíveis, as rejeições pelos familiares e sociedade, dependendo da causa pode vir a ocorrer depressão ou até mesmo levar a morte.

CONCLUSÃO

Diante de todo conteúdo abordado, observa-se que o sexo pode ser prazeroso, mas também pode ser prejudicial a vida. A prática do sexo irresponsável pode trazer graves consequências. Sexo seguro é com maturidade, responsabilidade, prevenção e amor, no momento certo.

REFERENCIAS
http://br.guiainfantil.com/materias/gravidezgravidez-na-adolescencia-riscos-e-consequencias/
http://www.notisul.com.br/n/colunas/consequencias_do_abuso_sexual_em_criancas_e_adolescentes-40062
http://www.engravidar.blog.br/gravidez-indesejada-na-adolescencia/
http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/entretenimento/2015/05/19/jovens-comecam-vida-sexual-cada-vez-mais-cedo-veja-como-agir.htm




[i] Alana Dias, Alan Matos, Ingrid  Evaristo, Larissa Martins, Deise Santos, Yuri Bispo. Alunos do 2° E, Turno Vespertino, do Colégio Estadual Prof. Edilson Souto Freire. 

Índices de violência e sua banalização na sociedade

Índices de Violência e sua banalização 


Autores: Vitória Oliveira dos Anjos, Thiago de Souza Silva, Klercy Cristina Santos de Souza, Janaina Catana dos Santos Dultra, João Vitor Ferreira Silva, Geovana Chaves de jesus*.
*Alunos da Escola Estadual Professor Edilson Souto Freire.

Resumo
Este artigo tem como objetivo despertar o interesse dos leitores para o assunto violência na sociedade, mostrando além da realidade vivida, estatísticas de que o índice de violência nos dias de hoje esta cada vez maior propondo também algumas soluções tendo como objetivo central apresentar um problema real do Brasil, com base nas pesquisas feitas o índice de Violência no Brasil desde 2012 está crescendo gradativamente porque a sociedade tem a violência como forma de resolver problemas sendo que se torna o oposto como dizem ditados populares violência atrai violência.

Abstract
This article aims to arouse the interest of readers to the subject violence in society , showing beyond the lived reality , statistics that the level of violence today this increasingly also proposing some solutions with the central objective of presenting a real problem Brazil, based on the research done violence index in Brazil since 2012 is growing gradually because society has violence as a way of solving problems and that it is the opposite as they say popular sayings violence attracts violence.


Palavra-Chave: Violência, banalização, sociedade, aumento de índices.

Keyboard:  Violence, trivialization, society, increase rates.
 
O índice de violência tem aumentado de forma notória em nosso País, o que é de se assustar, ou pior, amedrontar os cidadãos que hoje saem de casa sem saber se irão voltar. Pesquisas e mais pesquisas relatam o aumento da violência, aonde jovens são os mais sujeitos a mesma, sendo a maior parte entre 12 a 29 anos pobres negros. Este índice tem aumentado, aonde assim ocorre desde brigas de trânsito, a violência por aparência ou cor da pele, contra a mulher e diversos outros quadros de violência, onde muitas são as vítimas que acabam perdendo a própria vida. O que a sociedade tem feito e como ela tem reagido diante de tais situações? De certa forma e uma boa parte da sociedade, tem fechado os olhos quanto a isso. Há uma falta de solidariedade, pois “se não é comigo, não me meto, nem vi”, esquecem-se de se pôr no lugar do seu próximo. A sociedade em que vivemos pôs uma venda sobre os olhos para não enxergar esses tipos de coisas, desde uma ajuda até o medo de se denunciar quaisquer tipos de violência ocorrida ou até mesmo o medo que se tem de viver em um lugar violento.

A violência no Brasil esta crescendo sem limites, a criminalidade nos centros urbanos das cidades são os que mais crescem, por motivos pessoais, delitos de jovens sem controle ou com raiva de algo, desavença entre amigos ou vizinhos briga entre homens e mulheres casados e muitos outros motivos que levam as pessoas a cometer assassinatos ou agressões uns aos outros. Na sociedade onde vivemos a banalização da criminalidade brasileira esta baixa por que muitas pessoas precisam ter o conhecimento que a violência é algo ruim e não uma forma de se conseguir algo com a intimidação física ou moral.

A sociedade tem que fazer o possível para banalizar a violência no Brasil por que é um fato que só nos traz dor e sofrimento, o cidadão brasileiro deve respeitar suas diferenças e se unir para acabar com a criminalidade brutal e social nos tempos em que vivemos, pois a cada ano os índices de violência vêm a crescer simultaneamente, sendo que se a sociedade ou até mesmo o estado buscassem acabar com esse problema, esses altíssimos índices iriam abaixar, também diminuindo as mortes por armas de fogos ou armas brancas. A sociedade tem como dever exigir do estado que tome medidas necessárias contra essa crise de violência, tais como: reforçar os policiamentos nos bairros mais perigosos, aumentar a pena para os agressores, um meio de acabarem com os vários tipos de violência como física, psíquica, encoberta e estrutural, esses são considerados os piores tipos de violência no Brasil, pois são os que estão no topo dos índices de violência brasileira.

Uma pesquisa realizada com o auxílio da Unesco e do Governo Federal, chegou a conclusão de que os índices de violência para os jovens do Brasil, pioraram e muito. O que vimos diariamente sobre as mortes de jovens nas notícias, só confirmam o que a pesquisa feita pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública encontrou ao examinar crimes de três anos atrás: Os jovens são maioria entre as vítimas que sofrem violência.  Samira Bueno, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, afirma que foram mais de 56 mil mortes em 2012, 29 mil jovens entre 12 e 29 anos. A taxa de mortalidade no Brasil por armas de fogo ficou em 21,9 mortes para cada 100 mil pessoas, em 2012. Essa taxa só fica atrás da taxa verificada em 2003, que foi de 22,2 mortes para cada 100 mil habitantes. É importante lembrarmos que existem diferentes formas e tipos de violência. Entre elas podemos citar: Violência contra a mulher, violência contra moradores de rua, violência no trânsito, violência contra crianças e adolescentes, violência contra o idoso e tantas outras que infelizmente existem.

Hoje em dia a violência é um prato cheio para a exploração da mídia sobre as notícias. Muitos crimes poderiam ter sido evitados, mas no Brasil a impunidade é tão grande, que cometer crimes é um ato que já se tornou normal, pois acreditam e confiam na "justiça cega", porém o Brasil não esta em um beco sem saída, precisamos participar das decisões políticas como cidadãos, punir os culpados pelos seus crimes de formas mais severas, investir na educação. A banalização da violência e o crescente índice de criminalidade deixam a população brasileira cada vez mais amedrontada e pra completar o medo da sociedade temos uma parcela de militares despreparado e até contribuintes para o problema fazendo com que a população não consiga identificar se a policia realmente nos protege. 

Violência é como de qualquer forma é uma ação marginal, seja ela violência doméstica, física, sexual, ou até mesmo verbal e são inúmeras as formas de violências contestadas. Hoje no mundo todo, se tratando especificamente do Brasil, o índice de violência é extremamente alarmante. “Uma pesquisa feita com o apoio do Governo Federal e da UNESCO, o Órgão das Nações Unidas para a educação, concluiu que pioraram os indicies de violência para os jovens no Brasil” afirma o site da Globo. Desde 2012 até aqui relatam mais de 56 mil homicídios de jovens, segundo pesquisas a região Nordeste tem uma taxa de mortalidade de jovens negros 400% maior que a de jovens brancos, e apenas no Paraná com uma taxa de 0,6% os brancos são mais ameaçados que os negros. Em qualquer ambiente pode-se observar que a violência está presente, algo tão banal se torna presente na sociedade brasileira, que de todos os pontos analisados não se encontram vantagens ou benefícios.

A banalidade é intensa na sociedade, cabem a cada um se conscientizar por seus atos e suas escolhas. Querer o bem e deixar a desigualdade social que é um agravante nesse problema de violência no Brasil. Não se trata apenas do Estado,
mas a atitude da própria população é o que traria mais desempenho para um Brasil melhor.



REFERÊNCIAS



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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

CRISE ENERGÉTICA NO BRASIL, PERSPECTIVA REFERENTE A ENERGIA RENOVÁVEL



Emerson Leite da Silva*
João Lucas Alves dos Santos**
Luana Gabriele Silva Moreira ***
Sarah Oliveira dos Santos****

 RESUMO:

Este artigo irá apresentar a atual crise energética no Brasil, juntamente com as consequências para população brasileira. Irá ser analisado os aumentos na conta de luz e a parcela de culpa do governo sobre à atual crise. Por fim, será apresentado as novas forma de energia renovável que já estão sendo utilizadas no Brasil, e as possíveis formas de produção energética que poderam ser utilizadas futuramente no país.



Palavra-Chave: Crise energética. Aumento na conta de luz. Perspectiva para energia Renovável.



ABSTRACT:

This article will present the current energy crisis in Brazil, along with the consequences for the population. It will be analyzed increases in electricity bill and the share of government blame on the current crisis. Finally, it will be presented the new form of renewable energy that are already being used in Brazil, and the possible forms of energy production that might be used in future in the country.

INTRODUÇÃO

“O Brasil passa verdadeiramente por uma crise energética”? Essa pergunta vem sendo profundamente debatida nos dias atuais, mas o país enfrenta uma “crise energética sem precedentes”, sem dúvida, o mesmo opera com oito hidroelétricas em estado crítico (Rittner, 2014). A estiagem prolongada nas regiões Nordeste e Sudeste, desencadeou a crise Hídrica no país, com isso, o sistema de geração energética hidro-hidráulica do Brasil, veio ser profundamente prejudicado. Segundo dados do Operador Nacional do Sistema (ONS), “18 (85%) dos 21 principais reservatórios enfrentam problemas com a estiagem”. Alguns especialistas afirmam que a "situação atual das hidroelétricas é mais preocupante quer em 2001,” ano dos apagões, pois segundo dados divulgados pela NASA, “Sudeste perde 56 trilhões de litros de água em cada um dos últimos três anos, e o Nordeste enfrenta a pior seca dos últimos 35 anos[i]”. Isso mostra que deis de 2012, o sistema hídrico brasileiro passa por dificuldades.

Além dos baixos níveis dos reservatórios das hidrelétricas outro fator preocupa os especialistas, como, cerca de 60% das usinas não possuírem reservatórios, isto é, “usinas fio-d`água”, ou seja, são extremamente dependentes das atividades climáticas e nunca geram o máximo da sua capacidade produtiva[ii]. Apesar de serem ecologicamente melhores, “é um erro que o governo tem adotado”, assim afirma José Luz Silveira, professor do programa de Pós-graduação de engenharia elétrica da (UNESP). Mas pode-se atrela a crise energética apenas as questões climáticas, (crise hídrica)?

CRISE ENERGÉTICA


“A culpa não é de São Pedro”, assim afirma os especialistas da área energética, ou seja, mesmo as bacias hídricas estando em baixo nível, não pode-se atrela a crise energética apenas a esse fator. Segundo o Reitor da (USP), José Goldemberg, a crise energética, pode ser resumida no seguinte: há mais consumo do que produção. “Em São Paulo, gastamos mais água do que há nas represas. E no Sudeste, mais energia elétrica do que as usinas produzem. A curto prazo – digo em 2015 – a única coisa a fazer é racionalizar o  consumo da eletricidade[iii]. As palavras de Goldemberg, mostra-se evidente se analisamos que o Brasil é o sétimo maior consumidor elétrico do mundo, e que em janeiro de 2015, o país bateu recorde de consumo elétrico[iv]. Mas segundo o (MME), as hidroelétricas no dia 30 de dezembro de 2014, tinha “déficit de 2 mil MW”, ou seja, o sistema energético estava no limite de sua produção, e a população consumindo mais eletricidade que o mesmo poderia gerar. Isso ocasionou um apagão que atingiu onze estados mais o Distrito federal, no dia 20 de janeiro de 2015. Esse apagão foi o estopim para crise vim há público a todo país, (Nascimento, 2015)[v].

Contudo, não pode-se afirmar que a crise energética foi desencadeada apenas pelo consumo excessivo e falta de água, mesmo a população brasileira tendo consumido excessivamente não seria isso a maior causa da crise, para que a mesma ocorre-se. Pode-se afirmar também poucos investimento a longo dos anos no setor energético hídrico-hidráulico por parte dos governos, sendo que, o “sistema energético brasileiro utiliza apenas 26% de sua capacidade hídrica para geração de energia”, segundo Adilson de Oliveira, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)[vi].

Após os governos militares, muito pouco foi investido na construção de hidroelétricas de médio e grande porte, isto é, enquanto nos governos de FHC, LULA E DILMA, a construção das grandes hidroelétricas nos rios amazônicos, se arrasta durante mais treze anos, os militares construíram a maior hidroelétrica da América Latina, atual segunda maior hidroelétrica do mundo, a binacional ITAIPU em apenas seis anos, também foram construídas quinze hidroelétricas durante o governo do general Emílio Garrastazu Médici [vii]. Isso mostra quer quando o governo quer investir em infraestrutura verdadeiramente em pró da nação, eles fazem. 

Além dos poucos investimentos por parte do governo LULA E DILMA, as privatizações durante o governo de FENANDO HENRIQUE CARDOSO (FHC), prejudicaram profundamente o sistema energético brasileiro. Com a incompetência dos mesmos e a “roubalheira’ que ambos envolveram a ANAEEL, ONS e MME, associando a falta de água, consumo excessivo, incompetência, ..., fez-se assim a atual crise energética.  

CONTA DE LUZ MAIS CARA


Com a atual crise, os governantes fizeram o que lhe é mais conveniente, repassaram a crise para o bolço do consumidor, isto é, implantaram sucessivos aumentos na tarifa da energia residencial.

Segundo o jornalista Gabriele Garcia o povo novamente “paga o pato” (Garcia, 2015):


Enquanto o governo nega solenemente o risco de racionamento, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) pede para as distribuidoras reduzirem o fornecimento de energia e uma constante onda de apagão vem deixando o país à luz de velas.
Segundo o especialista, a crise negada pelo governo quebrou dois mitos relacionados à presidente Dilma Rousseff: da conhecedora da área energética e da gestora eficiente.


O governo da Presidenta Dilma, abaixo em 20% a “contara de luz” no ano de 2013, não visando o bem da população brasileira, que “paga uma das mais caras conta de energia residencial do mundo”, logico que essa diminuição veio a beneficiar a população mais carente. Contudo, essa diminuição na tarifa foi motivada pelo calendário político, isto é, o governo sabia que o país passa por dificuldades na distribuição para a população, mas mesmo assim optou, por não fazer racionamento e conscientização da população brasileira. Pois, o que importa para o mesmo e a permanência no governo e a reeleição.

Ao aciona as usinas termoelétricas, consequentemente a distribuição da tarifa residencial de energia, se tonou mais cara, pois a energia térmica requer queima de combustível para seu funcionamento, ou seja, é bem mais caro a geração energética do que a das hidroelétricas.  

 Segundo o jornalista Kamilla Dourado, do R7. [viii]:

Nos primeiros dois meses de 2006, a geração de energia termelétrica foi de 2.575 Mwmed (megawatt médio). Já em fevereiro de 2014, a geração saltou para 19.624 Mwmed, batendo o recorde histórico para o mês (veja arte abaixo).
O problema é que essa produção é cara. As hidrelétricas geram o MWh de energia a R$ 30 em média, enquanto o custo nas termelétricas vai de R$ 150 a R$ 200 em média. Em alguns casos, pode custar acima de R$ 500.


Isso mostra como se deve o aumento na conta de energia elétrica. Mas, como esse aumento veio prejudica a população brasileira?
Segundo a moradora de Dias D`Ávila-BA, dona Josefina: “A conta de luz subiu tão absurdamente, que minha aposentadoria mal dá para pagá-la”. O repasse vindo da ANEEL, para a Coelba distribuidora do estado da Bahia, foi imposto através das “bandeiras tarifarias[ix]”, ou seja, se o cidadão ultrapassa os invés adequado imposto pela ANEEL, isso será trágico para seu “bolço".  Isto mostra que com as “burradas do governo”, quem paga é consumidor brasileiro, que já não aguenta mais paga impostos.


PERSPECTIVA REFERENTE A ENERGIA RENOVÁVEL


Há energia renovável será essencial paras os países emergentes, pois a mesma vem de fontes naturais e não esgotáveis, onde são naturalmente abastecidas. Para o futuro é previsto investimentos em energias renováveis, pois sua geração não  ocasiona gases poluentes e nenhum tipo de resíduo e,  isso é de extrema importância para diminuir e amenizar grandes impactos ambientais e as mudanças climáticas que tem ocorrido. A mesma já é até apelidada de “energia do futuro”, as duas principais energias renováveis que serão utilizadas, serão a eólica e a solar, as mesmas tem muitas vantagens, mas também algumas desvantagens na qual são as suas variações de quantidade produzida por conta das mudanças climáticas que ocorrem, como a variação da força do vento.

Há energia eólica é necessariamente “bem-vinda”, desde que preserve o sistema ambiental. Porém, as usinas eólicas estão causando também transtornos, pois a mesma vem destruindo a paisagem e causando problemas no turismo, principalmente no Nordeste.  Há energia solar é eficaz, pois além de não ser poluente durante o seu uso, sua manutenção é mínima. Segundo pesquisas as “energias renováveis, (eólica, solar, hidráulica e etc....) Representarão 26% da eletricidade no mundo em 2020 prevê a agencia Internacional de energia (AEI).[x]
Apesar de a energia renovável ser a “energia do futuro”, seu armazenamento é pouco eficiente. Conclui-se que o uso das energias renováveis poderá ser a solução para essa crise energética, pois será feita a utilização de recursos naturais, sendo assim não irá poluir o meio ambiente.

 

CONCLUSÃO


Mediante os fatos mencionados, conclui-se que a crise energética foi desencadeada por quatro fatores, são eles: falta de chuvas, consumo excessivo por “orientação ideológica”, baixos investimentos ao logo dos anos e falta de manutenção nas linhas de transmissão por parte do governo. Esses fatores atrelados desencadearam a atual crise energética que o país vive, contudo, esta crise vem há prejudicar as populações mais carentes, pois os aumentos sucessivos na tarifa da energia residencial, traz transtorno é prejuízo as famílias de baixa renda. Por fim, conclui-se que os investimentos na energia limpa e renovável ainda é muito pouco, mas tem tudo pra crescer ao longo dos anos principalmente no nordeste.




REFERÊNCIAS:

ABBUD, O. Instituto Brandel. Brasil Economia e governo, 2014. ISSN 4. Disponivel em: <http://www.brasil-economia-governo.org.br/2014/04/23/por-que-o-brasil-esta-correndo-risco-de-racionamento-de-energia-eletrica/>. Acesso em: 3 novembro 2015.

MADEIRO, C. UOl noticis. UOL, 2015. ISSN 3. Disponivel em: <Carlos Madeiro>. Acesso em: 1 novembro 2015.

PORTAL-ENERGIA.COM. Portal Energia, 2009. ISSN 2. Disponivel em: <http://www.portal-energia.com/vantagens-e-desvantagens-da-energia-solar/>. Acesso em: 9 outubro 2015.

SHARMA, M. Revista exame. exame.com, 2015. ISSN 1. Disponivel em: <http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/energias-renovaveis-serao-26-da-producao-eletrica-em-2020>. Acesso em: 20 outubro 2015.

TUZEY. Energia Inteligente.com. energia, 2015. ISSN 5. Disponivel em: <http://energiainteligenteufjf.com/2015/03/26/especial-a-crise-energetica-brasileira/>. Acesso em: 2 novembro 2015.



* Estudantes do CEPESF, 2º ano turma 2ev CEPESF.
Artigo apresentado as disciplinas de Filosofia, geografia e história para obtenção de conhecimento e fomentar a produção textual, Sob orientação dos professores Wagner Aragão Teles, Yuri Oliveira e Crispim, Dias D`Ávila, 2015.





[i] Arsenault, C. (30 de outubro de 2015). msn. Fonte: Site da msn noticias: http://www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia/dados-da-nasa-mostram-que-seca-no-brasil-%C3%A9-pior-do-que-se-pensava/ar-BBmDgW4

[ii] AQUINO, D. (25 de FEVEREIRO de 2010). PORTAU LUIZ NASSIF. Fonte: http://blogln.ning.com/profiles/b


furlan, F. (18 de NOVEMBRO de 2015). PLANETA SUSTENTAVEL . Fonte: Exame.com: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/energia/jose-goldemberg-na-pratica-ja-vivemos-racionamento-776471.shtml


G1, e. s. (14 de janeiro de 2015). G1/economia . Fonte: GLOBO: http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/01/com-calor-consumo-de-energia-bate-novo-recorde-no-pais-diz-ons.html

[v]
Eiras, M. (8 de maio de 2013). empresa Doutrina linear . Fonte: doutrina.linear.com: http://www.doutrina.linear.nom.br/historia/Hist%F3ria_Grandes%20Obras%20do%20Governo%20Medici.htm

Carta captal/economia. (21 de julho de 2010). Fonte: Carta captal: http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/por-ora-a-melhor-opcao

Garcia, G. (21 de janeiro de 2015). empresa globo de pruções . Fonte: o globo : http://noblat.oglobo.globo.com/geral/noticia/2015/01/brasil-enfrenta-pior-crise-energetica-da-historia.html

[viii] http://noticias.r7.com/economia/vila-da-conta-de-luz-mais-cara-termeletrica-cresce-600-em-oito-anos-14032014



[ix]
TARIFÁRIAS, B. (1 de MAIO de 2015). ANEEL. Fonte: ANEEL ,AGENCIA NACIONAL DE ENERGIA ELETRICA: http://www.aneel.gov.br/area.cfm?idArea=758

[x]
Sharma/, M. (01 de outrubro de 2015). revista exame . Fonte: exame.com: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/energias-renovaveis-serao-26-da-producao-eletrica-em-2020

quarta-feira, 18 de novembro de 2015






COMBATE À CORRUPÇÃO E A ÉTICA DO CIDADÃO     
  
                                                                                                           Equipe 1[1]

RESUMO: Esse artigo apresenta de uma forma geral a questão da corrupção que é o pivô de maioria das polêmicas acontecidas no Brasil atualmente. De igual forma analisará a vida social, ética e moral do cidadão brasileiro diante da presente situação política no Brasil.

Palavras-chave: Corrupção. Cidadão. Ética. Manifestações
.

1-INTRODUÇÃO:

O Brasil atualmente passa por crises; crise política, crise econômica; Contudo, a corrupção tem corroído a paciência da população brasileira de uma tal forma, que pudemos presenciar desde 2013 manifestações pelo país inteiro, de capitais a simples cidades, a insatisfação foi unânime, principalmente por causa da copa do mundo a qual nosso país foi sede em 2014, paralela ao total descaso com a saúde, transporte, educação entre outros. O acontecimento teve repercussão em nível mundial, e foi realmente uma forma de demonstrar a indignação dos brasileiros e de legitimar a nossa democracia. A todo o ano estima-se que é desviado média de 69 bilhões de reais. Imagina o que poderia ser feito com todo esse dinheiro. Foi criado também na internet um site fazendo uma estimativa de quanto já deve ter sido desviado no Brasil até agora desde 01/01/2015, chamado desviômetro (http://www.desviometro.com.br). Contudo diante de tudo isso analisemos, qual a origem dessa corrupção?

Nosso país tem um longo histórico, a corrupção já é um mal enraizado em nossa natureza. As primeiras ocorrências de corrupção aconteceram quando Pedro Álvares Cabral chegou aqui; a partir daí seguiu-se séries de corrupções; O historiador Boris Fausto afirma que a corrupção se deve principalmente às capitanias hereditárias, isso gerou o fato de que o homem já não consegue diferenciar o que é dele ou do Estado, pois as capitanias hereditárias pertenciam aos capitães donatários, ao mesmo tempo que pertenciam à coroa, gerando esse ciclo vicioso de sempre se tirar vantagem do que é do governo, sem ter peso na consciência absolutamente nenhum; assim sendo tivemos corrupção no Brasil colônia como podemos observar nessa afirmação de Boris Fausto:

                      “As grandes distâncias, a corrupção das autoridades locais, a posição dessas autoridades entre a Coroa e o mundo da Colônia, os conflitos de atribuição dos funcionários foram alguns dos fatores que dificultaram a ação do governo português. ”[2]

Logo tivemos corrupção na exploração do ouro, tivemos corrupção na era do café, tivemos corrupção no Império, tivemos corrupção na República, contudo a forma de corrupção mais parecida com a forma em questão foi acontecida ainda na República Velha, com o voto de cabresto e curral eleitoral, na era do coronelismo, na época considerado apenas abuso de poder, sendo uma coisa tão normal quanto imaginamos, aonde os coronéis compravam os votos das pessoas que, por sua vez recebiam em troca favores mínimos; também ocorria o chamado voto fantasma, onde se votava em nome de pessoas que já haviam morrido ou o voto simplesmente por pressão dos coronéis nas pessoas de seu “curral eleitoral”, pois como o voto era aberto, era muito fácil fiscalizar e oprimir os “eleitores”, situação que só foi mudando após o início da chamada Era Vargas, onde foi implantado o voto secreto. Ainda diante de tudo isso, podemos observar hoje casos tão parecidos que fazem nos perguntarmos aonde está o avanço desse país. Ainda houve muita corrupção após o Golpe Militar de 1964, contudo como era uma ditadura, não havia como investigar, nem punir os bandidos, todos os crimes, roubos e infelicidades da época da ditadura militar sempre ocorreram ocultamente, vale lembrar que até hoje corpos de pessoas que foram mortas pelos militares estão sumidos. Depois disso, nós seguimos com a nossa sessão de corrupções no Brasil, com as privatizações do governo FHC; privatização da Vale do Rio Doce, privatização da Telebrás, em destaque, sob justificativa de que foram feitas para beneficiar os cofres públicos e diminuir a dívida externa que o país tinha, porém o resultado foi inverso, além de a dívida só aumentar, em 1999 foram descobertos casos de corrupção entre essas privatizações, estima-se que o país teve um prejuízo de aproximadamente R$ 2,4 bilhões com isso. Tudo isso seguido pela ilusão do surgimento de um partido que defendesse a unhas e dentes os trabalhadores. Seria errado negarmos que o partido influenciou em inúmeros aspectos no Brasil, mas é óbvio também que é impossível que uma ocorrência de corrupção vinda de tão longe acabasse por aqui. Após tudo isso: fim de ditadura militar, reconstrução e recomposição do Brasil, o país tornar a ser considerado livre, vieram as descobertas, os escândalos. Foi uma série deles, sendo os piores, o petrolão descoberto em 2014, mas ocorrido desde “Deus sabe quando”, causando um prejuízo de 1 bilhão de dólares; quem sabe o valor é publicado em dólares para não assustar tanto o pobre trabalhador brasileiro, e o problema ainda não acabou, e nem vai acabar tão cedo; e o mensalão, com prejuízos estimados de R$ 121 milhões, e ainda assim se afirma que esse problema não prejudicou mais o Brasil do que a chamada “privataria tucana”; infelizmente o brasileiro sempre viveu essa realidade, quase que uma disputa para ver quem rouba mais.

Sempre nos deparamos com corrupções, em noticiários, na televisão ou rádio, vale ainda lembrar que essas mídias mesmo denunciando, ainda são limitados, ainda hoje 30 anos passados do fim da ditadura militar, a mídia ainda está sob controle, porém de uma maneira completamente diferente; na verdade, esse é um caso de corrupção, pois a partir do momento em que a mídia não “pode” divulgar determinadas coisas, e recebe, ou não, para isso, já pode ser observada uma forma de corrupção, de uma forma ou de outra as informações que chegam à nós através de tv ou rádio, são filtradas, contudo essas mídias tem sido nossa maior aliada no que diz respeito à saber e combater a corrupção; já a internet é um meio de comunicação aberto, sendo isso uma coisa boa e não, pois por um lado nós ficamos informados sobre o que está acontecendo no país, por outro duvidamos das fontes; para todos os efeitos, casos de corrupção são constantes no cotidiano do brasileiro, mas no fim de tudo, o que é corrupção? De acordo com o Dicionário Michaelis, assim como o Globo: “Corrupção- Ato de corromper; desmoralização; depravação; devassidão; suborno.” ou seja, corrupção seria todo ato de corromper a norma padrão de ética e honestidade em que todas as sociedades foram fundamentadas; é nisso que pensamos quando vemos reportagens denunciando casos de desvio de dinheiro público, lavagem de dinheiro por governadores, senadores, deputados, prefeitos, entre outros; porém seria uma completa ignorância de nossa parte achar que a corrupção se resume a isso, e aos políticos; É rotineiro encontrarmos todos os dias pessoas afirmando que o problema do Brasil são os políticos... pessoas que fazem ligações clandestinas de água, luz, tv a cabo, estacionam em vaga reservada para idosos e deficientes, mentem a idade do filho para não pagar passagem de ônibus, entre outras coisas; bom, agora ficou bem claro, o problema do Brasil são os BRASILEIROS, a corrupção está diretamente ligada com a ética, ou com a falta dela.
Existe corrupção grande e corrupção pequena? A resposta é não. Pode parecer errado, pois furar uma fila não se compara aos milhões desviados todo o tempo no Brasil. Contudo é importante pensarmos em como a pessoa que fura a fila, agiria diante de uma oportunidade de desviar milhões todo tempo no Brasil. Além do mais, no meio desse sistema é quase que impossível não tirar vantagem nem que seja uma “pequena” parte. A nossa corrupção, como cidadãos, não se faz pequena só pelo fato de que os políticos roubam muito, só nos faz mais frutos dessa sociedade egoísta, e parte desse ciclo vicioso onde todo mundo rouba e nós vamos “levando do jeito que der”. Nós como brasileiros, habitantes e que mais sofremos com tudo isso, que temos o dever de acabar com o problema e não ajudar a crescer. Diante de tudo isso é importante focar no fato de que no Brasil nunca se teve uma liberdade de investigação e punição para crimes de corrupção como se tem hoje, muito nós já conquistamos, mas ainda falta muito mais a ser conquistado. Esperar que o governo tome iniciativa, os políticos tomem consciência, parem de roubar, devolvam o dinheiro aos cofres públicos e que a situação melhore de uma forma mágica, é o pior dos devaneios. Nós que temos que fazer nossa parte, protestar, combater e acima de tudo exercer nossa honestidade.



REFERÊNCIAS:

http://www.conisul.com.br/wp-content/uploads/2014/02/historiadobrasil.pdf -(Pdf de pesquisas do historiador Boris Fausto )



BIBLIOGRAFIA:

Dicionário Brasileiro Globo/ Francisco Fernandes, Celso Luft,
F. Marques Guimarães. - 48 ed. - São Paulo   : Editora Globo, 19997

Módulo de estudos/ Editora COC –Ltda : História do Brasil 4- Republica II









[1] Camille Bueno, David Bueno, Emille Santos, Marielle Karinne, Raquel de Jesus, Adriele Souza   - 2°ano E
[2] (Fausto, História do Brasil, p. 89; Fausto, História do Brasil, 1996)